Veredas do Sagrado: livro revela interfaces entre Imaginário, Ecologia e Religião

Publicação reúne trabalhos de treze pesquisadores do grupo Mídia e Estudos do Imaginário

10 de junho de 2021

A editora Humanitas, da FFLCH, da Universidade de São Paulo, acaba de publicar Veredas do Sagrado: interfaces entre Imaginário, Ecologia e Religião, livro que reúne pesquisas efetivadas com o apoio e fomento da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Midiática da Universidade Paulista. Veredas do Sagrado é organizado pelo Prof. Dr. Jorge Miklos, que o escreveu em parceria com os pesquisadores. “São cooperações intelectuais colaborativas cujos temas entrelaçam os campos do imaginário, da ecologia e da religião”, explica Miklos.

Os pesquisadores, coautores dos textos capitaneados por Miklos, são mestres e doutores, que seguem desenvolvendo suas pesquisas. “Muitos desses colegas continuam heroicamente se aprofundando nos estudos do Imaginário, da Ecologia da Comunicação e da Religião, vertentes que se revelam cada vez mais necessárias para a compreensão do ser humano e da sociedade atual, na qual está inserido”, detalha o professor, que é sociólogo e doutor em Comunicação pela PUC-SP.

Todos os pesquisadores que contribuíram para que Veredas do Sagrado ganhasse corpo são oriundos do núcleo de pensamento do Grupo de Pesquisa Mídia e Estudos do Imaginário, liderado pela Profa. Dra. Malena Contrera. “Acompanhei de perto todas as pesquisas e sou testemunha do esforço e seriedade de todos os pesquisadores. Por essa razão, posso afiançar com segurança a qualidade de todos os trabalhos”, afirma, lembrando que a arte da capa é de autoria do arquiteto e professor Luciano Pessoa.

Para Miklos, Veredas do Sagrado merece muitas leituras e igual quantidade de reflexões. “Atravessamos uma crise mundial imposta pela pandemia. Travessia no deserto. Que estas encruzilhadas se convertam nas sementes que a utopia solicita: paciência histórica e a disposição de não calar a consciência, mas continuar regando a terra seca,” convida.

Fonte: R&F Comunicação Corporativa